TDT: Mais fotos do emissor TDT de Beja

28 08 2009

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TDT: Beja já tem emissor instalado no edifício da Portugal Telecom

28 08 2009
Antena da TDT de Beja no edifício da PT

Antena da TDT de Beja no edifício da PT

Foi concluída no dia 27 de Agosto de 2008 a instalação do novo Centro Emissor da Televisão Digital Terrestre. A antena, com cerca de 14 metros, foi montada no topo do edifício da Portugal Telecom, em pleno centro da cidade de Beja.

De acordo com algumas informações recolhidas pelo Centro do Sul, a emissão dos quatro canais (RTP1, RTP2, SIC e TVI) no modo digital, deverá estar a funcionar em pleno até ao final de Outubro, sendo que neste momento a PT procede a uma fase de testes.

Segundo algumas fontes contactadas, este emissor de Beja deverá ter um alcance médio de entre 15 a 30 quilómetros, sendo que, ainda que sem confirmação oficial, exista a possibilidade de serem instalados ao todo quatro emissores dentro de Beja.

Recorde-se que, actualmente e em modo analógico, Beja é servida pelo Centro Emissor do Mendro (Vidigueira) e ao mesmo tempo, pelo emissor da Fóia (Monchique) e pelo retransmissor da Atalaia (Penedo Gordo), sendo que este último, de fraca potência, cobre a zona Sul da cidade, dado o relevo geográfico da mesma.

Recorde-se que a TDT – Televisão Digital Terrestre portuguesa difunde em MPEG-4, ao contrário da espanhola que utiliza a norma MPEG-2 (só deverá migrar para norma utilizada em Portugal em 2010). A TDT portuguesa começou a emitir no dia 29 de Abril desde ano, em fase de testes e vai agora conhecendo a sua expansão gradualmente. Este sistema deverá substituir o actual analógico, sendo que até ao final de 2012, deva acontecer o switch-off, ou seja, o apagão do actual sistema em vigor. De acordo com o que apurámos, o centro emissor do Mendro deverá deixar de funcionar nessa altura, não havendo previsão de que o mesmo passe a emitir a TDT.

Deixamos aqui algumas fotos recolhidas pelo nosso companheiro José Moreira, a quem agradeco desde já a colaboração om o Centro do Sul.

Torre da TDT no alto do edifício da PT em Beja

Torre da TDT no alto do edifício da PT em Beja

 

 

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Mais TV: Vai nascer um novo canal de TV online em Beja

20 08 2009

Mais TV: O novo canal de TV de Beja em www.maistv.net

Mais TV: O novo canal de TV de Beja em http://www.maistv.net

Está quase a nascer o novo canal de televisão com emissão exclusiva online.

A MAIS TV é um canal “independente de qualquer força política, organização ou órgão de comunicação social”.

De acordo com os responsáveis do projecto, “este novo canal está a ser preparado de forma profissional e pretende ser um veículo de informação e entretenimento ao dispôr de toda a população”. Os mesmos adiantam que a estação “nasce de uma parceria entre profissionais de comunicação da cidade de Beja, é absolutamente independente de qualquer órgão de comunicação social já existente e de qualquer entidade ou organização pública ou privada”.

A MAIS TV pretende ser um canal diferente do habitualmente encontrado na Web. Um dos grandes trunfos, para além da informação isenta e pluralista, é a programação, assente numa grelha generalista. A MAIS TV já se encontra a realizar um conjunto de produções próprias que pretende colocar “no ar” brevemente.

Ainda sem querer desvendar muito, a MAIS TV pretende ser “um canal a sério e não uma plataforma que apenas disponibilize video-on-demand”. Os responsáveis servem-se da mais avançada tecnologia, incluindo cenários virtuais e vão disponibilizar emissão contínua 24 horas por dia em streaming, com um sistema automatizado de emissão, que pode ser interrompido a qualquer momento para que a Mais TV entre em directo a partir de qualqer local e evento, esta será sem dúvida uma das grandes mais-valias.

Entretanto, já está a ser produzido um programa denominado “Mais Reportagem” e que aborda os mais diversos temas. Já foram efectuadas peças em Beja, Vila Nova de Milfontes, Quarteira e Vilamoura, uma vez que a Mais TV pretende ser um canal para todo o Sul, inicialmente, passando a abrangência nacional, não se centrando apenas em Beja.

Estão em fase de preparação mais programas de produção própria, entre as quais o “Mais Sabers e Sabores”, dedicado à gastronomia regional, o “Palavras para quê?” que aborda situações insólitas e o “Mais Roteiro” que falará sobre Turismo e Património.

Mais novidades estão a caminho, basta ficar atento ao endereço www.maistv.net





FAI apresenta candidatura

20 08 2009
FAI é a única força independente candidata a Beja

FAI é a única força independente candidata a Beja

 

O movimento de cidadãos Força Autárquica Independente (FAI) apresenta esta noite a sua candidatura.
A apresentação pública dos candidatos à Câmara e Assembleia Municipal tem lugar no auditório da Biblioteca José Saramago.
Na sessão vão ser apresentadas também as linhas gerais do projecto para a cidade e as razões do surgimento desta candidatura, conforme explicou na Rádio Pax Dulce Amaral, cabeça de lista da candidatura independente.

A candidatura independente à Câmara Municipal de Beja e Assembleia Municipal liderada por Dulce Amaral, é apresentada pelas 21 horas.





Cidade de Beja já dispõe do sistema Teleparque

20 08 2009

teleparqueJá está em funcionamento o Teleparque, um sistema que permite efectuar o pagamento ou a revalidação do parqueamento nas zonas controladas por parquímetros, através de uma chamada telefónica gratuita (800 912 350) ou através da Internet (www.teleparque.pt). Com este novo sistema, para além de ser possível prolongar o período de estacionamento sem se deslocar ao parquímetro, são evitados alguns dos problemas mais comuns como a falta de moedas. De acordo com Pedro Teixeira, da Emparque, para aderir a este serviço, os interessados devem adquirir o cartão Teleparque junto de um agente de fiscalização. O cartão custa 5 euros e permite 9 horas de estacionamento. Posteriormente, pode ser recarregado através do Multibanco.

Fonte: Rádio Pax





Templo romano descoberto em Beja é o maior de Portugal

4 08 2009
Escavações do Templo Romano de Beja

Escavações do Templo Romano de Beja

O templo romano do século I d.C. soterrado em Beja, identificado há 70 anos e que tem sido escavado desde que foi descoberto há um ano, é “o maior” de Portugal e “um dos maiores” da Península Ibérica.

“É o maior dos templos romanos já conhecidos em Portugal”, como o de Évora e o de Conímbriga, e, “sem dúvida, um dos maiores da Hispânia” (designação da Península Ibérica na época romana), confirmou hoje à agência Lusa a arqueóloga Conceição Lopes.

Trata-se de “um edifício imponente”, com 30 metros de comprimento e 19,40 metros de largura, e, tal como os templos romanos de Évora, da província espanhola de Ecija (Sevilha) e de Barcino (Barcelona), é rodeado por um tanque, com 4,5 metros de largura, precisou a arqueóloga.

Segundo Conceição Lopes, o templo imperial, “seguramente do século I d.C”, é o identificado pelo arqueólogo Abel Viana em 1939, durante a abertura dos caboucos para a construção do reservatório de água de Beja, junto ao logradouro do Conservatório Regional do Baixo Alentejo (CRBA).

Na altura, o arqueólogo identificou um “grande edifício, que interpretou como o templo romano de Pax Julia” (designação de Beja na época romana), mas os vestígios foram tapados e no final dos anos 90 Conceição Lopes decidiu avançar com escavações no local, para “tentar ver o que Abel Viana tinha identificado”.

Nas duas primeiras campanhas de escavações, em 1997 e 2006, foram achados edifícios de várias épocas, mas só na campanha do ano passado, entre Julho e Agosto, foi descoberto o templo romano identificado por Abel Viana.

Entretanto, a demolição do edifício do departamento técnico da Câmara de Beja, que tinha sido atingido por um incêndio em Outubro de 2008, e a queda de um muro do edifício da antiga tipografia do jornal Diário do Alentejo (DA), “abriram terreno” e permitiram estender as escavações ao longo de um núcleo entre a Praça da República e as ruas Abel Viana, da Moeda e dos Escudeiros.

Através das três campanhas deste ano, cuja última terminou na passada semana, Conceição Lopes e alunos do Instituto de Arqueologia da Universidade de Coimbra conseguiram “perceber melhor” a “imponência” do templo romano.

As escavações no local onde era o fórum (praça central) da cidade Pax Julia, para recuperar a cota da época romana e desvendar o templo imperial, deverão recomeçar após a Câmara de Beja comprar e demolir o edifício da antiga tipografia do DA e que está instalado “em cima de grande parte” e “a mais interessante” do templo, previu Conceição Lopes.

A autarquia “está em negociações” para comprar o edifício, que deverá ser demolido, porque “a ideia é escavar até colocar todo o templo à mostra”, disse o presidente da Câmara de Beja, Francisco Santos.

O património descoberto, “fundamental” para conhecer a história de Beja, é “tão valioso” que a Câmara “está disponível” para “dar os passos necessários” para que os achados, sobretudo o templo romano, tenham um tratamento museológico “adequado”.

O objectivo é expor o património achado para “ser usado e visitado” pelos habitantes e turistas e, no futuro, ser “uma mais-valia económica para a cidade”, disse Francisco Santos.

O projecto “pensado”, que poderá implicar um investimento “entre 1,5 a dois milhões de euros”, previu o autarca, deverá incluir a reconstrução do departamento técnico da Câmara, a compra e a demolição do edifício da antiga tipografia do DA, comparticipação de escavações, musealização dos achados, como a hipotética reconstituição do templo imperial romano, e o enquadramento paisagístico da zona.

Francisco Santos admitiu que o reservatório de água de Beja, situado no local e quase sem utilidade, poderá ser “transformado num miradouro”, a partir do qual será possível observar o templo e a cidade.

Na campanha do ano passado, além do templo imperial romano, a equipa coordenada por Conceição Lopes descobriu outro “importante” edifício do fórum da cidade Pax Julia.

O edifício, a “primeira instalação romana da cidade, foi construído no final do século I a.C., no tempo de Augusto, o primeiro imperador romano”.

O templo imperial e o edifício, frisou a arqueóloga, demonstram que Pax Julia “era a mais importante cidade romana” de Portugal, a “grande colónia do sudoeste peninsular” e “a capital do ‘conventus pacencis'”, ou seja, da região político-administrativa e jurídica que ocupava toda a zona a Sul do Tejo do actual território português.

Além dos dois edifícios romanos, as escavações colocaram ainda a descoberto outro edifício da Idade do Ferro que “confirma a ocupação e revela a importância da cidade na época pré-romana”, disse a também coordenadora do Centro de Estudos Arqueológicos das Universidades de Coimbra e Porto.

Apesar de frisar que não dispõe de elementos para dizer exactamente quando foi construído o edifício, “um dos melhores e dos mais bem conservados da Idade do Ferro descobertos no Sul de Portugal”, Conceição Lopes referiu que “há a presença de materiais desde o século VII a.C. ao século III d.C.”.

Nas anteriores campanhas, já tinham sido descobertas várias estruturas de períodos posteriores à época romana, como “belíssimos” edifícios dos séculos XVI e XVII, como “vestígios da antiga cadeia de Filipe III e de algumas casas do tempo de D. Manuel”.

Em termos científicos, “o mais interessante” destas descobertas “é perceber que Beja teve uma dinâmica muito interessante ao longo dos tempos” e que “soube reciclar e usar muito bem os edifícios que tem”, frisou a arqueóloga.

O património que tem vindo a ser descoberto no núcleo escavado junto à Praça da República é “extraordinariamente importante”, porque “pode, finalmente, permitir contar a história” de Beja, desde o século VII a.C., na Idade do Ferro, até ao século XXI, salientou Conceição Lopes.

“Neste momento, estão reunidas as condições para Beja vir a recuperar, do ponto de vista da sua identidade, um grande passado, absolutamente interiorizado na contemporaneidade”, disse.

 

Fonte: Diário de Notícias





Castelo de Beja: Falta de iluminação e de respeito por parte da Câmara

4 08 2009
Castelo de Beja continua com iluminação deficiente

Castelo de Beja continua com iluminação deficiente

A Torre de menagem do Castelo de Beja, o ex-libris da cidade, continua com iluminação deficiente. O Centro do Sul já havia deixado este alerta, mas até agora o executivo da Câmara Municipal de Beja continua de olhos vendados para o problema.

Basta circular à noite pela cidade e verificar que os varandins têm sombras, ou seja, a iluminação não está devidamente a funcionar, o mesmo se passa com as muralhas da cidade, que continuam a merecer mais respeito por parte da autarquia.

Mas o castelo não é caso único. Basta estar atento e ver os casos do Museu Regional / Convento da Conceição, da Igreja de Santa Maria e de outras zonas. Os monumentos de Beja (aqueles que ainda estão de pé) não merecem melhor sorte? Assim como os habitantes e turistas da cidade? É assim que se pretende atraír visitantes? Até quando vamos continuar a fechar os olhos e a ver o que o executivo não tem feito por Beja? Está na hora de acordar!!!